Vídeo: Bruna Marquezine ‘quebra tudo’ no trio do Psirico com fio dental no limite

pós curtir o show de Anitta, Bruna Marquezine subiu na noite da última sexta-feira (1) no trio de Márcio Victor e “foi até o chão” com as dançarinas da banda, ao som da música “Dança da Bruna Marquezine”, no circuito Dodô, na Barra/Ondina, em Salvador.

Com um visual todo em preto e com uma transparência que deixava à mostra uma calcinha estilo fio dental, além de um decote que ia até o umbigo, a atriz evidenciou sua animação em cima do trio durante parte do percurso.

Confira o vídeo:

Pai de menino morto por bala perdida não foi liberado

Preso desde 2013, o pai de Ryan Gabriel, Paulo Orlando dos Santos, de 28 anos, não conseguiu liberação para comparecer ao enterro do filho, no Cemitério de Irajá, na tarde desta terça-feira. O menino de 4 anos foi atingido por uma bala perdida, no domingo de Páscoa, em Madureira, na Zona Norte. A mãe da criança, Tayane Pereira da Silva, de 20, ficou indignada com a decisão da Justiça.

— Tiraram o direito dele de ir ao enterro do filho, porque o Lula teve esse direito? Me ajuda, por favor. Não sei nem o que vou dizer para ele quando for lá. Não sei como vou olhar para ele e não lembrar mais do meu filho — diz a mãe, emocionada.

Paulo está preso por associação para o tráfico, no Presídio Gabriel Castilho, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Segundo o advogado dele, Hugo Sant’anna, o pai de Ryan foi condenado porque a defesa técnica (feita por outro advogado) foi falha.

— Aguardei no plantão judiciário de 22h até 3h30m, mas fui informando de que não havia condições de liberar o pai do Ryan. A juíza alegou que a Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) não poderia disponibilizar o pessoal do Serviço de Operações Especiais para realizar a escolta dele. Mas não vou desistir, vou enviar uma petição administrativa ao secretário Erir Ribeiro — explica Sant’anna.

O advogado contou que Paulo passou mal ao receber a notícia e que pediu assistência para a enfermaria.

— Como naquela unidade tudo é muito difícil, os próprios companheiros de cela tentaram acalmá-lo. Os detentos que recebem medicação controlada disponibilizaram um calmante para ele — conta.

Tayane e Ryan Gabriel, morto por uma bala perdida em Madureira
Tayane e Ryan Gabriel, morto por uma bala perdida em Madureira Foto: Reprodução de Facebook / Extra

Família evitava o local onde menino foi baleado

Tayane disse que evitava ficar na rua porque achava perigoso. Ela afirma que o seu filho não foi a primeira vítima da violência do local.

— Toda vez que vão da Serrinha é um tal de tiroteio. Eles estão sempre baleando os outros e ninguém faz nada. Não é a primeira vez. Meu filho não é a primeira vítima — conta: — A gente evitava o máximo, mas nunca ia imaginar que, num domingo de Páscoa, meu filho seria baleado na porta de casa. Ele não estava correndo solto, estava na porta.

Com a voz tremida, Tayane disse que Ryan era um menino divertido e que a fazia sorrir quando ela estava triste:

— Guardo todas as lembranças boas. Meu filho era tudo pra mim, era divertido. Se eu estivesse chorando, era ele que me fazia sorrir. Tiraram um pedaço do meu coração. Não tem como voltar atrás.

Fonte: Extra Globo

http://extra.globo.com/videos/v/pai-de-menino-morto-por-bala-perdida-nao-foi-liberado-da-prisao-para-ir-ao-enterro/4919155

Eduardo Bolsonaro se justifica depois de post sobre neto de Lula

deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi duramente criticado até mesmo por seguidores seus e de seu pai, Jair Bolsonaro, após seu pronunciamento a respeito da saída do ex-presidente Lulapreso desde o ano passado na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para acompanhar o funeral de seu neto Arthur, de 7 anos, que faleceu na última sexta-feira, vítima de uma meningite meningocócica.

A confusão teve início quando o deputado respondeu a uma enquete sobre a permissão de saída do ex-presidente para o enterro, tema que foi alvo de discussão e divisão entre os seguidores da ideologia de direita.

“Lula é preso comum e deveria estar num presídio comum. Quando o parente de outro preso morrer ele também será escoltado pela PF para o enterro? Absurdo até se cogitar isso, só deixa o larápio em voga posando de coitado”, escreveu o deputado em seu Twitter.

O posicionamento do filho do atual presidente do Brasil não foi visto com bons olhos nem mesmo por seus eleitores. Um internauta disse que Eduardo estaria completamente apodrecido de ódio e cegueira ideológica e acrescentou que nunca imaginou que um ser humano pudesse ser tão mesquinho a ponto de não se compadecer da dor de quem perdeu o próprio neto de apenas 7 anos.

Outro seguidor chegou até mesmo a pedir que Eduardo se coloque no lugar de Lula e perguntou se ele gostaria de receber o tratamento que descreveu em seu tweet. O usuário finalizou pedindo que o deputado pense antes de falar.

Após a sequência de críticas, Eduardo Bolsonaro usou a mesma rede social para tentar se explica. “Perguntado se Lula deverá sair da cadeia respondendo que não – até uma questão de isonomia com demais pressões. Agora, sobre a morte da criança é óbvio que é um fato lamentável e indesejável. Isso independe de ideologia. Não misturem as coisas”, disse o deputado.

https://mobile.twitter.com/BolsonaroSP/status/1101816707952402432

Luiz Inácio Lula da Silva foi autorizado a comparecer no velório de seu neto com a presença de escolta policial. O ex-presidente foi recebido sob gritos de “força, Lula”, vindo de seus admiradores, que acompanharam sua chegada ao local do velório.

Polícia do Rio matou 160 em janeiro, 2ª maior taxa desde 98, e a direita diz que matou pouco

Registros crescem no primeiro mês de gestão do governador Witzel, que prometeu recrudescer combate ao crime. Homicídios dolosos tiveram queda

Agentes do Estado mataram 160 pessoas em supostos confrontos em janeiro deste ano no Rio, na estreia do governo de Wilson Witzel (PSC), que se elegeu com a promessa de recrudescer a repressão ao crime. É o segundo maior número da série histórica, iniciada em 1998, para o primeiro mês do ano.

  • Snipers são investigados por suspeita de ‘tiro ao alvo’ contra moradores de favela no Rio
  • Intervenção na segurança do Rio não teve resultado significativo, diz relatório

Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de apenas três vítimas. Na comparação com dezembro de 2018, no entanto, quando ainda vigorava a intervenção federal no Estado, o crescimento foi de 82%. Os números foram divulgados nesta sexta-feira, 22, pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

Polícia em ação no Rio: estado registrou o maior número de mortes por policiais em 16 anos
Polícia em ação no Rio: estado registrou o maior número de mortes por policiais em 16 anosFoto: DW / Deutsche Welle

Houve uma redução de 18% nos registros de homicídio doloso em relação ao mesmo período do ano passado. O indicador de letalidade violenta (homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes por intervenção de agente do estado) também caiu, com uma redução de 14% no número de vítimas em relação ao mesmo período do ano passado.

O número de roubos de rua (que abarca roubos a transeuntes e em transporte coletivo) bateu recorde para o mês de janeiro. Foram 11.230 casos registrados, o maior número desde 1991.

Para especialistas ouvidos pelo Estado, os números prenunciam um aumento ainda maior nos indicadores de morte por intervenção de agente do Estado para o mês de fevereiro, em que vários episódios violentos por parte da polícia já foram registrados. O caso de maior destaque foi o de 13 civis mortos durante uma operação policial na comunidade do Fallet-Fogueteiro, na região central do Rio, no último dia 08. A ação ganhou declarações de apoio do governador.

“Não sei se dá para considerar como positivo o fato de alguns índices terem baixado”, avalia Eliana Sousa Silva, diretora da ONG Redes da Maré. “Está pouco claro o que esse governo propõe para a área de segurança pública. Na prática, a polícia continua entrando nas comunidades como sempre entrou, vendo todos como inimigos a serem enfrentados.”

Witzel foi eleito prometendo “abater” pessoas armadas de fuzis nas comunidades com tiros “na cabecinha”. Entre outros episódios violentos já registrados, a Defensoria Pública investiga a denúncia de que pelo menos duas pessoas teriam sido mortas por franco-atiradores da Polícia Civil do Rio, na favela de Manguinhos, na zona norte, em meados de janeiro. Segundo relatos de moradores, os tiros teriam partido de uma torre localizada no principal complexo da Polícia Civil, a Cidade da Polícia, a poucos metros da comunidade.

Na última quinta-feira, moradores da Cidade de Deus, na zona oeste, denunciaram a presença de um “caveirão aéreo”, um helicóptero que sobrevoou a comunidade e de onde foram feitos disparos, sem feridos. As denúncias vieram por vídeos divulgados nas redes sociais. “O ano passado foi recordista de mortes decorrentes de intervenção policial”, afirmou o ouvidor da Defensoria Pública do Estado, Pedro Strozenberg.

Fonte: Terra

“Eu vou provar a minha inocência”, disse Lula ao neto Arthur, e ainda disse mais…

O ex-presidente Lula participou do velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, neste sábado, 2, após autorização da Justiça Federal do Paraná. Durante a cerimônia, o ex-presidente prometeu ao neto que ‘vai cuidar da família e de todos nós que vamos ficar aqui’.

“O Arthur foi um menino que sofreu muito bullying na escola, porque era neto do Lula. Por isso, eu tenho um compromisso com você, Arthur, eu vou provar a minha inocência e quando eu for para o céu, eu vou levando o meu diploma de inocente”, afirmou.

“Vou provar quem é ladrão neste país e quem não é. Quem me condenou não pode olhar nos olhos dos netos como eu olhava para você.”

Segundo relator, Lula chorou muito durante a cerimônia, da qual participaram dois pastores metodistas e um padre católico, e consolou o filho Sandro e a nora Marlene Araújo. O ex-presidente ficou mais de 30 minutos recebendo cumprimentos de mais de 100 pessoas.

O petista saiu de Curitiba, onde está preso na Operação Lava Jato, no começo da manhã para comparecer à cerimônia do neto, que morreu na sexta-feira, 1, vítima de meningite meningocócica. Lula chegou ao velório por volta das 11h e permaneceu no local até as 13h.

Apoiadores do ex-presidente o esperaram na frente do cemitério Parque da Colina. Eles rezaram um Pai Nosso e homenagearam o neto de Lula com gritos de ‘Arthur presente agora e para sempre’. Na saída, os apoiadores aplaudiram novamente o ex-presidente e gritaram ‘Lula, Lula, olê, olê, olá’ e ‘Polícia Federal, vergonha nacional’.

Lula deixou a carceragem da Polícia Federal na capital paranaense por volta das 7h em um helicóptero, que o levou ao aeroporto do Bacacheri. No terminal, o ex-presidente embarcou em um avião oficial do Governo do Paraná para São Paulo.

O petista chegou ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, por volta das 8h30. De lá, Lula foi para São Bernardo do Campo. O ex-presidente foi autorizado a ficar 1h30 no velório e, por isso, aguardou por algumas horas até chegar ao velório. A cremação de Arthur estava marcada para as 12h no cemitério onde também foi cremada a avó do garoto, Marisa Letícia, morta em 2017.

Fonte: istoÉ

Lula chega ao velório do neto Arthur em São Bernardo em clima de “comício” e é alvo de críticas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha hoje (2), em São Bernardo do Campo, o velório do neto, Arthur Lula da Silva. O menino, de 7 anos, morreu ontem (1º) de meningite meningocócica. Lula deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba, no Paraná, e viajou em um avião do governo do estado escoltado pela PF. Escoltado por policiais, Lula chegou ao cemitério no fim da manhã.

Lula está preso desde 7 de abril do ano passado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP). A pena é de 12 anos e um mês de prisão.

O ex-governante foi aplaudido por cerca de 200 pessoas que o esperavam na porta do cemitério com mensagens de solidariedade.

Embora os militantes não tenham feito manifestações políticas mais expressivas, alguns gritaram e exibiram cartazes com a inscrição “Lula livre”.

Lula, que deixou a prisão na qual está recluso em Curitiba às 7h (de Brasília), chegou às 11h ao cemitério, após uma viagem que incluiu um voo de avião e dois trechos percorridos de helicóptero.

O ex-governante chegou ao cemitério com um intenso esquema de segurança no qual os agentes da Polícia Federal que o escoltaram desde Curitiba se somaram a dezenas de agentes da Polícia Militar de São Paulo fortemente armados.

O dispositivo incluiu a presença de seis políciais armados dentro da capela em que o neto de Lula foi velado, o que gerou reclamações de alguns dos parentes.

No cemitério o ex-governante também foi recebido por um pequeno grupo de militantes que puderam entrar após se comprometerem a não realizar manifestações políticas e ficar em silêncio, além de dezenas de aliados políticos e parentes.

Entre os correligionários com os quais se encontrou no cemitério estavam a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

VÍDEO:

Quem é a blogueira que comemorou a morte de um menino de 7 anos, por ser neto de Lula

A blogueira Alessandra Strutzel acabou se tornando um dos nomes mais comentados na tarde desta sexta-feira (01), após ter comemorado a morte do neto de 7 anos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pelo menos uma notícia boa“, comentou a blogueira, se referindo à morte do menino. Ela deixou os internautas chocados com sua frieza e até pessoas mais próximas se surpreenderam com tal atitude.

Com o texto que ela compartilhou, comemorando a morte do menino, ainda inseriu emojis de coração e também de felicidade.

Os internautas logo procuraram saber quem era, afinal, esta mulher que considerou o falecimento de uma criança, só porque ele é neto de Lula, seria uma “boa notícia”.

Alessandra Strutzel se considera blogueira e também youtuber, ela foi tão criticada que até optou por deletar a postagem; só que já era tarde, porque muitos prints já haviam sido feitos e circulavam nas redes sociais – e também em grupos do WhatsApp. Ela postou um comunicado alegando que não tinha intenção de causar tamanha polêmica.

Espero que me desculpem. Quero que todos saibam que eu jamais iria comemorar a morte de uma pessoa, muito menos a morte de uma criança. Com a postagem que fiz, eu só queria saber como as pessoas reagiriam, mas agora eu sei que fiz isso de uma forma muito infeliz“, escreveu a blogueira.

O pedido de desculpas não convenceu os internautas. Ainda neste comunicado, Alessandra disse que ficou até contente de ver que a reação ao seu post foi negativa e que isto mostrava que as pessoas não perderam a sensibilidade; porém, alegou que estava triste ao ver que pessoas que a conhecem muito bem acharam que ela realmente fez isto com a intenção de ferir alguém.

Fonte: 1News

Homem mata pastor que o convidou a ir à igreja e bebe o sangue da vítima; Vídeo



O pastor Ronaldo Calazans Inês, de 56 anos, foi morto com golpes de barra de ferro atrás de uma escola municipal, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

Populares testemunham que Fábio de Souza Brito, de 38 anos, reagiu com violência após Ronaldo lhe entregar um panfleto bíblico e convidá-lo para ir à igreja. De acordo com os policiais que foram até o local, o suspeito teria bebido o sangue da vítima após cometer o crime.

Em um vídeo divulgado pelo perfil Casos de Polícia no Twitter, é possível ver que o homem sendo detido por agentes do 39º BPM (Belford Roxo). Os moradores cercaram a viatura e manifestaram sua revolta.

“O cara foi te chamar pra Igreja e você o matou. Agiu de covardia legal”, diz um homem que conhecia o pastor. Fábio o ofende e retruca: “Você me viu?”

“Todo mundo”, responde outro homem, que diz que Fábio merecia “mofar” na cadeia.

Depois, uma mulher que se identifica como esposa da vítima acusa o preso: “Você matou meu marido! Ele era crente!”

Conduzido para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o suspeito prestou depoimento e agora será encaminhado para o presídio.

Eduardo Bolsonaro critica saída de Lula e é atacado até por apoiadores, e depois apaga post no Twitter

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou o pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para deixar a prisão e ir ao velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, que morreu nesta sexta-feira aos 7 anos vítima de meningite meningogócia. O parlamentar classificou o pedido de “absurdo” e disse que o “larápio” iria aproveitar o funeral “posando de coitado”.

“Lula é preso comum e deveria estar num presídio comum. Quando o parente de outro preso morrer ele também será escoltado pela PF para o enterro? Absurdo até se cogitar isso, só deixa o larápio em voga posando de coitado”, escreveu.

A publicação gerou mais de 1.800 comentários, mas a grande maioria deles foi para criticar o filho do presidente Jair Bolsonaro, que foi chamado, entre outras coisas, de insensível, de falta de humanidade, de pessoa sem compaixão e de explorar politicamente o episódio.

A saraivada de críticas veio até de seguidores que normalmente apoiam o deputado nas redes sociais. Veja algumas abaixo:

 (Reprodução/Reprodução)

 (Reprodução/Reprodução)

 (Reprodução/Reprodução)

 (Reprodução/Reprodução)

A maioria das críticas, no entanto, veio de opositores do deputado e do governo do seu pai. Boa parte dos usuários lembrou das investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), seu ex-motorista Flávio Queiroz e o suposto desvio de verbas de assessores de seu gabinete quando ele era deputado estadual no Rio.

 (Reprodução/Reprodução)

 (Reprodução/Reprodução)