Noiva mais Linda do mundo abusa de sensualidade e vai presa; Veja as fotos

Ksenia Kalugina, de 23 anos, é uma beldade da Rússia que poderá ser condenada a pena de prisão, por um ensaio fotográfico provocante. A modelo foi chamada de a noiva mais linda do mundo após fazer um ensaio fotográfico em uma #Igreja, mas, dessa vez, ela teria ido longe demais em sua ousadia. Ksenia.

Ksenia deixou se fotografar, para uma revista de noivas, em uma igreja ortodoxa em ruínas, na Rússia, vestindo um vestido de noiva bem ousado, com muitas transparências, o que não teria agradado os fiéis e religiosos dessa igreja.

Um líder ortodoxo justificou que, apesar de essa catedral de Moscou estar em ruínas, ela ainda recebe alguns serviços ocasionais, justificando dessa forma a razão pela qual eles acham isso um abuso da parte da modelo.

De acordo a Igreja Ortodoxa russa, é considerado “pecado” uma mulher ser vista nesse edifício sagrado sem um véu ou lenço. Ksenia não só dispensou o véu, como ainda usou um vestido transparente, deixando à mostra sua lingerie.

O caso foi considerado como sendo muito grave. O Comitê de Investigação Russo, órgão equivalente a Polícia Federal brasileira, está investigando esse ensaio fotográfico, enquanto todos os envolvidos foram presos, inclusive Ksenia Kalugina. O caso está sendo tratado como um atentado contra a liberdade de religião e tanto a modelo quanto os fotógrafos e editores da revista poderiam receber sentenças de até três anos de cadeia. No entanto, ainda não foi tomada qualquer decisão. A investigação ainda está em andamento.

Acusação muito dura contra a modelo
No entanto, Ksenia e os colaboradores da revista já podem ir contando com uma acusação muito forte.

Em declarações citadas pelo jornal britânico The Sun, o padre Vladimir disse que essa sessão fotográfica é “inaceitável, independentemente de a igreja estar ativa ou meio arruinada”. Também um seguidora dessa igreja, Yaroslav Ivanov, exigiu: “A mulher deve ser punida, a revista fechada e a igreja reconstruída”.

O site do Kremlin diz que o objetivo da lei é punir o “desrespeito claro e óbvio para a sociedade e a intenção de ofender os sentimentos dos crentes religiosos. A pena máxima por tais delitos é a pena de prisão de até um ano. Se a infração for cometida em um local especificamente destinado a realizar culto, a pena máxima pode ser de até três anos de prisão”.